Para quem procrastina, se auto-sabota e vê os projetos parados enquanto a vida corre.
Fez lista. Recomeçou na segunda-feira. Prometeu que dessa vez ia ser diferente. E o padrão voltou.
Quem chega até mim costuma ter força de sobra. O que eu vejo, quase sempre, é um padrão automático que liga na hora de agir. Você resiste, adia, se distrai ou fica em alerta. E força de vontade nenhuma desliga esse padrão por muito tempo.
Você sabe de onde vêm as suas travas. Na hora de sentar e fazer, o corpo continua travando.
Você sabe o passo a passo. Mesmo assim, quando chega a hora, alguma coisa empurra a tarefa para depois.
Técnica de produtividade funciona enquanto há energia para ela. Quando o cansaço chega, ela vai embora junto.
Cada uma dessas ferramentas faz bem o que se propõe. Nenhuma delas para para olhar o que está ativo em você no momento exato em que a tarefa precisa sair.
A terapia olha para o passado, para entender o comportamento, e faz isso bem. O coaching olha para o futuro, para planejar a mudança, e também faz isso bem. Na mentoria, eu olho para o presente. Qual estado emocional está ativo na hora em que você deveria agir, e o que ele está tentando proteger.
A lista, o horário, o hábito.
O que está ativo em você no momento exato em que a execução trava.
Eu trabalho com gestão emocional aplicada à execução há mais de 10 anos.
Às vezes com nome e forma. Às vezes é só a sensação de que a sua vida deveria estar em outro lugar. Você sabe o que precisa fazer e não consegue manter o movimento.
Ganhou clareza, ganhou plano, e o padrão voltou. Informação você já tem de sobra.
Os dias passam e a frustração vai acumulando. O custo de não agir chega no projeto e chega também na confiança que você tem em você.
Você está no meio de uma crise aguda e precisa de cuidado psiquiátrico. Não é comigo que você precisa falar agora, e a mentoria não substitui tratamento.
Você está procurando motivação. Motivação você já teve, várias vezes, e ela passou.
Você conhece o ciclo. Começa com energia, perde o ritmo na primeira resistência, para, se culpa e recomeça. Na mentoria a gente identifica o padrão que alimenta esse ciclo e monta o caminho para sair dele.
Força de vontade acaba. Quando você aprende a reconhecer o estado em que está e o que ele pede, agir passa a custar bem menos.
Método pronto ignora quem você é e o que você carrega. O que a gente constrói junto leva em conta a sua rotina, a sua família e a energia que você tem de verdade.
O objetivo da mentoria é você não precisar mais dela. Ao final das 12 semanas, você sabe reconhecer o seu padrão e o que fazer com ele.
Durante anos eu atendi pessoas inteligentes, capazes, com clareza do que queriam construir, e que não conseguiam agir de forma consistente. Muitas já tinham feito terapia e coaching, lido os livros e instalado os aplicativos.
O ciclo se repetia. Energia no começo, perda de ritmo, abandono, culpa, recomeço. E essas pessoas tentavam com tudo o que tinham.
Fui percebendo que faltava olhar para o presente. O que acontece dentro da pessoa no minuto em que a tarefa precisa sair e não sai. É como tentar consertar um carro que não anda trocando os pneus, quando o problema está no câmbio.
Foi daí que nasceu a Ação Suprema. Eu testei com clientes reais, ajustei, e testei de novo.
A mentoria começa pela Sessão Raio-X, em que eu mapeio o seu padrão antes de qualquer plano. Depois vêm as quatro etapas, e cada uma usa o que a anterior descobriu.
A gente identifica os alarmes que disparam em você quando a tarefa aparece. Cada alarme protege alguma coisa que importa para você, e é por isso que ele é tão difícil de desligar na força.
Boa parte do que trava a execução passa pelos outros. O pedido que você não recusa, a conversa que você adia. Aqui você aprende a dizer o que precisa sem estragar a relação.
Você para de seguir a rotina que funciona para os outros e descobre em que condições você rende de verdade. Aí a gente coloca o que está parado dentro dessas condições.
Nas últimas semanas, a decisão vira movimento que se mantém sem você precisar se vigiar o tempo todo. O acompanhamento termina, e o que você aprendeu fica com você.
Tudo começa pela Sessão Raio-X. Se, ao final dela, a forma como eu trabalho não fizer sentido para o seu caso, a gente para ali, e está tudo bem.
Eu não peço que você confie antes de entender. Peço que você chegue disposto a olhar para o que acontece com você.
Para quem segue na mentoria, se você fizer as quatro etapas e, ao final das 12 semanas, não conseguir me mostrar com exemplos recentes como o seu jeito de agir mudou, a gente conversa sobre o que fazer a seguir, e esse tempo é por minha conta.
Você acorda, tem um projeto esperando, e começa. Sem aquele peso conhecido no peito.
Sem negociar com você mesmo por 40 minutos. Sem abrir o YouTube "só por um segundo". Sem ir dormir com a mesma lista de coisas paradas.
O projeto que estava parado há meses anda. A decisão que você vinha adiando sai. Aos poucos, você volta a confiar na sua própria palavra.
E você fica mais presente com quem ama, porque parou de carregar o peso do que não foi feito.
Mais uma semana passa. Mais um recomeço que não se sustenta. Mais um "dessa vez vai ser diferente" que se desfaz até quinta-feira.
O filho cresce. O projeto envelhece. E a distância entre quem você é e quem você sabe que poderia ser aumenta um pouco a cada mês.
Você já sabe que quer mudar. Falta decidir quando.
É uma dúvida justa. A terapia olha para o passado e o coaching olha para as metas, e os dois fazem bem o que se propõem. Na mentoria, eu olho para o estado emocional que está ativo no momento em que você deveria estar agindo.
Você não falhou. Usou boas ferramentas sem saber qual era o padrão por trás. Por isso tudo começa pela Sessão Raio-X, em que eu identifico qual padrão está travando você, no seu contexto, antes de qualquer técnica.
Eu entendo. A sua rotina já está cheia. Mas pensa em quanto tempo você gasta por semana resistindo, adiando, recomeçando e se culpando. Esse tempo existe, ele só não está rendendo.
A mentoria mexe no que acontece dentro das horas que você já tem. Com o estado certo ativo, 20 minutos costumam render mais do que duas horas no padrão antigo.
É uma preocupação real, ainda mais para quem já viveu esse ciclo. Por isso a mentoria vai até você saber reconhecer o seu próprio padrão e agir a partir dele.
Você sai com o material do que a gente construiu junto, feito para o seu padrão. Ele continua com você depois que o acompanhamento termina.
Um diagnóstico descreve como o seu sistema tende a responder. Ele não define o que é possível para você.
Na Sessão Raio-X eu considero as suas particularidades, e o que a gente constrói depois é feito para o seu padrão. Se você faz tratamento, a mentoria não substitui esse acompanhamento. Ela caminha junto.
É o medo mais honesto de todos, e o mais comum entre quem já tentou antes. Por isso tudo começa pela Sessão Raio-X. Você entende como eu trabalho, vê se faz sentido para você, e só depois decide seguir.
Me chama no WhatsApp, no (16) 99776-8360, ou pelos botões desta página. Quem responde sou eu. A gente conversa e vê se a mentoria faz sentido para o seu momento.